No quarto do hospital, Dora estava debilitada, encostada na cabeceira da cama, com um soro pendente ao seu lado. A luz da manhã iluminava seu rosto pálido.
— Dora... — Olívia a chamou suavemente, com os olhos vermelhos.
Ela teve dificuldade em reconhecer a mulher diante dela, tão magra e abatida, como a mesma jovem vibrante que sempre fora sua aprendiz.
— Mest... Mestra? — Dora ficou paralisada por um momento, escondendo o braço com a agulha sob as cobertas.
— O que aconteceu? — Olívia sentou-se