Ao sair da penitenciária, Benjamin manteve Samara firmemente em seus braços. A presença dele a envolvia, quente e protetora, mas, mesmo assim, ela tremia levemente contra o peito do homem.
— Amor... — Benjamin umedeceu os lábios, hesitante. Queria dizer algo para confortá-la, mas nenhuma frase parecia apropriada. Não poderia soltar um “da próxima vez” ou, pior, “meus pêsames”, não é?
— Benjamin. — Samara abaixou a cabeça, os olhos vermelhos e úmidos, com lágrimas ainda presas aos cílios. — O