Deitado agora no sofá minúsculo da pequena sala da cabana da mulher louca que me atacou minutos atrás como se estivesse com um demônio no corpo, suspirei arrependido por não ter apenas me levantado e ido embora.
— Será que dá para você parar de se remexer? Não vê que estou tentando fazer a porra de um curativo no seu maldito braço! — Exclamou ainda muito irritada.
— Eu pararia, se não estivesse ocupado demais colocando essa maldita compressa de gelo na minha testa. — Resmunguei chateado.
A mulh