Chego na clínica, e acabo encontrando Elisandra sentada num banco debaixo de uma árvore enorme, com o livro “A escolha”, de Nicola Sparks, sobre as pernas, enquanto observa os pequenos patos nadarem no lago mais à frente. Me sento ao seu lado, e por um tempo ficamos em silêncio.
— Como está hoje, Elisandra? — pergunto, quebrando o silêncio.
— Um pouco melhor que ontem, eu acho — responde ela, com um tom de voz baixo e triste.
Continuamos a conversar, falando sobre coisas banais, como o tempo e