— Pai? O que está fazendo aqui? — perguntei, sem afrouxar o braço em torno de Liz.
— Vim conversar com você — ele falou, acanhado, enquanto observava as tatuagens descobertas de Liz.
— Agora não é uma boa hora.
— Por favor, é só um minutinho — ele insistiu, e eu suspirei. Maldição. Não podia deixar Liz naquele estado, mas também seria insensato mandá-lo embora.
— Eu vou embora — Liz se desvencilhou dos meus braços, levantou o corpo encolhido e enxugou as lágrimas.
— Não! — segurei pelo pulso, t