A semana se passou e, a cada oportunidade, Suze continuava a encher meu saco com a ideia absurda de drogar Liz.
— Já disse: não vou fazer isso — falei, com uma calculadora na mão. Meu pai ainda não havia voltado a trabalhar, e o serviço na loja foi multiplicado por mil. Suze estava sentada em uma cadeira próxima ao caixa e comia o almoço enviado pelo Ren. Eu queria muito jogar a calculadora na cabeça dela, mas apenas revirei os olhos e voltei para minhas contas.
— A Liz concordou, e até Aurora