— Por favor, Valéria. Você não pode estar falando sério.
Jorge estava diante da irmã, o rosto cansado, os olhos vermelhos como se tivesse envelhecido anos nas últimas semanas. Já era tarde da noite. Valéria, reclinada na cadeira atrás da mesa do escritório, permaneceu imóvel, firme.
— Estou falando muito sério, Jorge — respondeu ela, a voz dura, porém controlada. — Já estou cansada de te tirar das suas encrencas. E agora que trouxe Mariana pra cá, ela está sob minha responsabilidade. Até você m