Capítulo 209

A armadura caiu no mesmo instante.

Fernando levou uma das mãos ao rosto, depois à mesa, apoiando-se nela. Seu peito arfava. A respiração pesada, irregular. A garganta fechada como se estivesse sufocando.

— O que eu fiz… — murmurou, quase sem som.

Os olhos dele, até então de uma frieza implacável. Ele puxou a pasta para si com brutalidade, como se quisesse rasgá-la, destruí-la, negar o que acabara de acontecer.

Mas não rasgou. Apenas olhou para a assinatura dela.

Ele fechou os olhos com força.
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