Distante do Espírito Santo e de São Paulo, o delegado Amaral e o investigador Dias com mais uma equipe de peritos, varriam cada canto da cabana interna e externamente, pegando amostras e qualquer vestígios que pudessem dar uma luz aquele caso, tudo indicava que era o crime perfeito, mas todo crime perfeito tem uma falha e era isso que procuravam.
Fotos eram tiradas de cada detalhe, olhares minuciosos e pacientes à procura de algo. Mesmo com os mais modernos métodos de investigação parecia que a