Lucca
— Lucca, por favor! — Ela implora, se debate e chora. Em algum momento ela consegue se soltar do agarre de Marisa e corre para mim, se encosta no meu corpo e no mesmo instante sinto uma raiva, uma repulsa. Portanto, seguro firmemente em seus ombros e os olhos pidões me encaram molhados.
— O que você quer de mim? — inquiro friamente. — Carinho? Proteção? Você tem noção de que tornou a minha vida um inferno?
— Lucca, por favor!
— Sabe o que eu tenho vontade de fazer com você agora, hã? Quer