Clarice martins
Por mais que fosse muito agradável ser segurada com tanta confiança, proteção e possessão, eu ainda tinha que reconhecer que servia como um urso de pelúcia ou algo assim, para uma criança apertar quando se tem pesadelos.
Com o tempo, depois de acalmá-lo com minhas mãos e sussurros para confortá-lo, pude me mexer e sair devagar do seu abraço.
— Durma bem, Damien! — o deixei sozinho para retornar para o lado do meu filho.
Nos próximos dias, tentei fazer o mesmo daquela noite: