POV Amara
Ele já estava quase saindo do quarto quando parou.
Foi um daqueles silêncios suspensos, o corpo indo, a atenção ficando.
Killian virou o rosto devagar e seus olhos pousaram no canto do quarto, onde as latas de tinta amarela ainda estavam empilhadas, intocadas, como uma promessa adiada.
— Isso… — ele apontou. — Ainda vai ser pintado, né?
— Vai. — respondi. — Eu só… ainda não tive cabeça para pensar em decoração.
Ele assentiu uma vez. Aquela expressão prática, focada, quase automática.