POV Amara
A boca dele ainda está quente na minha. A respiração dele ainda está presa na minha pele. O toque dele ainda está onde não deveria estar. E é por isso que eu levanto tão rápido. Quase tropeço. Quase derrubo a cadeira. Quase… volto para os braços dele.
Mas eu me viro e caminho até a porta da área externa, como se o chão estivesse pegando fogo. Como se eu estivesse pegando fogo. E estou.
Eu passo a mão no rosto, desesperada.
— Isso não pode acontecer… — sussurro para mim mesma.
Ou acho