— O que está pensando? — Ademir esfregou a cabeça de Karina. — Está brava?
— Não, não. — Karina percebeu a pergunta e sorriu ao olhar para ele. — É que a pessoa que você já amou disse que sou falsa.
— Ela está errada. — Ademir sorriu de maneira suave e carinhosa. — Você, comigo, ainda precisa ser falsa?
— Preciso. — Karina sorriu e fez um gesto afirmativo com a cabeça. — Só precisava que soubesse disso.
Karina o empurrou levemente, se virando em direção à sala de jantar.
— Acordando tão tarde, e