— Irmã. — O garoto segurou a mão de Karina e a puxou para perto do peito. — Quer sentir?
Aquilo não parecia apropriado.
Karina não estava muito lúcida, pois Patrícia a havia levado para beber.
Normalmente, ela não ficaria bêbada tão facilmente, mas sua resistência ao álcool nunca foi boa.
— Então, quer tentar?
— Vamos tentar.
Karina sorriu e colocou a mão no peito do garoto.
A porta se abriu com um chute repentino.
Enzo e Bruno rapidamente se afastaram para os lados, e Ademir entrou com passos l