— Sim, Sr. Pinto.
No segundo seguinte, Ademir pegou Karina nos braços e a levou até o carro do lado de fora.
Karina manteve os olhos fechados, ignorando ele por completo, com uma postura claramente de rejeição.
O coração de Ademir doía profundamente. Ele afagou os cabelos dela com ternura.
— Karina, é você quem eu amo. Agora, o que sinto é por você. Por favor, acredite em mim desta vez. Eu não a protegi, eu não fiz nada.
O lugar não era apropriado, o momento tampouco.
Ele nunca imaginou que acab