— Venha, Karina, se levante. — Ademir a ergueu nos braços.
Karina ergueu a cabeça enquanto estava nos braços dele:
— Está tudo bem agora?
— Claro. — Ademir deu um beijo carinhoso em sua testa. — Você foi injustamente acusada, isso não tem nada a ver com você.
Ademir a puxou, caminhando para fora.
Karina não sabia o que havia acontecido e se sentia estranha.
Enquanto desciam as escadas, o celular de Ademir tocou.
Ademir olhou para o celular na frente dela, mas não atendeu.
Karina viu que era uma