— Karina. — Ademir apertou com mais força a garrafa de água nas mãos, franzindo a testa enquanto explicava em voz baixa. — Ela veio sozinha. Aqui, sou o único amigo dela.
— Eu sei. — Karina assentiu, demonstrando compreensão. — Por isso pedi que você levasse a água até ela. Ela chorou por bastante tempo, deve estar desidratada, precisa beber mais água. Pode dar tudo para ela. Não se preocupe comigo, estou sendo bem cuidada.
Ela apontou para o lado, onde estavam Simão e Túlio:
— Olha, eles estão