Todos ficaram em silêncio, observando as duas sem dizer uma palavra.
Karina, envergonhada, não sabia o que fazer. Ela realmente não entendia por que precisava passar por tudo aquilo.
Mordendo os dentes, ela tentou puxar Vitória:
— O Ademir não está aqui! Se você quer falar com ele, é só ligar para ele!
Com força, Karina puxava Vitória em direção à porta.
— Não, eu não vou embora! — Vitória, lutando para se soltar, gritava. — Eu quero ver o Ademir! Eu preciso ver o Ademir!
— Eu já falei, ele não