O tom de Karina era calmo, mas, para Ademir, soava extremamente estranho.
Ademir inicialmente não queria explicar nada, mas não conseguia mais suportar os sarcasmos de Karina.
— Karina, o motivo de eu ter me machucado foi por sua causa!
— Foi? — Karina olhou para ele de soslaio, claramente cética.
— Foi! — Ademir ficou nervoso, ansioso para explicar. — Naquele momento eu...
— Não precisa dizer mais nada. — Karina o interrompeu, sem deixar espaço para explicações. — Porque, independentemente do q