Karina acabava de pegar a maçaneta e, ao girá-la, sentiu uma pressão nas costas. Ademir se aproximou, estendeu o braço e, com um movimento brusco, fechou a porta novamente com força.
Uma voz grave ecoou acima da sua cabeça:
— Está bem, eu vou ao médico, mas você vai comigo.
— O quê? — Karina não entendeu. — Por que eu teria que ir com você?
— Karina. — Ademir estava visivelmente frustrado. — Você é minha esposa! Você tem que me acompanhar!
— De fato, eu sou sua esposa. — Karina o olhou com uma e