— Desculpa, foi minha culpa. Eu aceito a punição.
...
No dia seguinte, Karina ainda estava dormindo, não completamente acordada, quando sentiu uma coceira nas mãos.
— O que você está fazendo? — Ela perguntou impacientemente.
— Te acordei? — Ademir respondeu em voz baixa. — Já vou sair. Só vou passar mais um pouco de pomada na sua mão, depois você pode continuar dormindo. Quando acordar, se lembre de passar também. Tem que passar quatro vezes por dia.
— Que irritante! — Karina puxou as cobertas e