— O que você perdeu? — Karina também ficou curiosa.
— O isqueiro. — Ademir fez um gesto com a mão. — Aquele isqueiro que eu sempre uso.
Karina fez uma leve lembrança e perguntou:
— Será que não ficou em casa?
Ela se lembrava de tê-lo visto na noite anterior, na sala de estudos.
— Não. — Sem encontrar nos bolsos, Ademir desistiu de procurar, franzindo a testa e balançando a cabeça. — Quando saí da empresa, ainda usei esse isqueiro.
Era claro que ele gostava muito daquele isqueiro.
E