— Vai para a cama?
Ainda era cedo, ela poderia dormir mais um pouco.
— Sim.
Ele a colocou delicadamente na cama. Karina se esticou, esfregando a lombar, e não conseguiu deixar de olhar fixamente para ele, resmungando:
— Tudo é culpa sua!
— Sim, é tudo culpa minha. — Ademir respondeu com um sorriso, assentindo com a cabeça.
Karina, irritada, disse:
— Se você não vai dormir, pelo menos me ajude e massageie a minha cintura.
Ela realmente foi direta nas ordens, não?
Mas Ademir não se opôs. Aceitou d