Karina ficou surpresa por um momento.
Ela estava no hospital, claro, para cuidar dele.
Mas agora que ele parecia estar bem, não era necessário, certo?
Karina sorriu levemente, sua voz suave:
— Foi erro meu. O que você precisa que eu faça agora?
— Venha aqui. — Ademir lançou-lhe um olhar, a voz rouca e grave.
Karina se aproximou, e Ademir, com a voz ainda mais baixa e rouca, disse:
— Eu quero tomar banho.
— De jeito nenhum. — Sem hesitar por um segundo, sua resposta foi imediata,