— Joyce.
Karina se assustou. Tinha medo de que Túlio, já sem forças, acabasse se machucando ou machucando Joyce sem querer. Mas também temia que Joyce o ferisse, mesmo sem intenção.
No entanto, Túlio já havia amparado Joyce nos braços e a segurava com firmeza.
Era possível perceber que, ao se levantar, ele cambaleou um pouco.
— Túlio. — Karina estendeu a mão, querendo ajudá-lo a se firmar.
— Está tudo bem. — Mas Túlio recusou gentilmente.
Ele sorriu com doçura, balançou a cabeça para tranquilizá-la e ajustou o peso do corpo, conseguindo se manter firme em pé.
Karina soltou um suspiro de alívio e lhe lançou um olhar encorajador.
Enquanto isso, a pequena Joyce se aninhava no ombro de Túlio, alheia aos gestos silenciosos entre a mãe e o Túlio.
Karina olhou para a filha e disse:
— Joyce, o que foi? Não quer se separar do Túlio?
Pelo jeito, a primeira impressão que teve de Túlio foi excelente.
— Túlio. — Joyce levantou o rostinho redondo e abraçou o pescoço dele com os bracinhos rechonchudo