Karina não deu atenção a ele, trocou de sapatos e seguiu direto para dentro.
Ademir ficou confuso e a seguiu. Não conseguiu se controlar e perguntou:
— Você não vai me dizer nada?
— Dizer o quê?
Ademir arregalou os olhos.
Ela estava sendo exatamente como Joyce.
— Fui eu quem te perguntei, então vou falar diretamente. — O homem falou. — De onde é aquela criança que te chama de mãe?
Já imaginava que era sobre isso.
Karina deu um sorriso de desdém e disse, com certa diversão:
— Você acha que, com a