Eu achei que aquilo fosse suficiente.
Que ver ele se posicionar daquela forma, sem hesitar, sem olhar para trás, sem tentar negociar, sem deixar qualquer espaço para dúvida… fosse o bastante para silenciar o que ainda existia dentro de mim, para calar a parte que insistia em desconfiar, em recuar, em lembrar de tudo o que já tinha sido quebrado entre nós.
Mas não foi.
Porque confiança não nasce de um momento.
Não importa o quão forte ele seja.
Não importa o quão verdadeiro pareça.
Não importa o