- Senhorita Taís, seus olhos são realmente bonitos, deixar você morrer assim parece um desperdício. - Disse Guilherme, enquanto apertava seu pescoço com uma força mediana, sem aumentar a pressão, mas olhando para ela de cima, como se observasse uma formiga, com um olhar que misturava piedade e um ar de condescendência.
Seu polegar deslizava lentamente pelo queixo de Tatiana, seguindo o trajeto das veias onde o sangue pulsava.
De repente, ele afrouxou o aperto, se inclinou um pouco, e sua respira