Depois de um turbilhão de sensações e tontura, Lúcia se deu conta de que, de alguma forma, havia sido levada para a cama.
A respiração quente de Sílvio tocava de leve o pescoço delicado dela, enquanto seus dedos estavam entrelaçados com os dele, presos de forma tão firme que ela não conseguia se soltar. O quarto estava escuro, e a única luz vinha do brilho suave da noite, que entrava pela fresta da janela mal fechada. O vento fresco da noite agitava os cabelos negros de Lúcia, que se espalhavam