As batidas na porta ficaram mais fortes, agora acompanhadas de murmuros irritados vindos do corredor.
— Lúcia, abre logo essa porta e deixa ele entrar! — Reclamou uma vizinha. — Amanhã todo mundo trabalha, e com essa barulheira ninguém consegue dormir! Se isso continuar, vou chamar o síndico, hein!
O celular de Lúcia vibrou novamente. Outra mensagem chegou.
[Se você não abrir a porta em um minuto, vou retirar o novo investimento do Grupo Araújo.]
Aquele tom, aquele conteúdo... Lúcia não precisav