Como uma chuva torrencial castigando flores prestes a murchar, Giovana sentia-se esmagada. Era vergonha, era raiva, era desespero. Com os olhos vermelhos, ela mordia os lábios com tanta força que o gosto salgado das lágrimas escorria para dentro da boca tão salgado que parecia arder.
— Vou te dar mais uma chance, Giovana. Hoje à noite, traga o Sílvio para a fábrica abandonada. Hoje, ou ele morre, ou você morre. — A voz de Arthur era fria, cortante como uma lâmina.
— Depois que eu me casar, você