Sílvio apertava os lábios, a mente tomada por pensamentos conflitantes. Ele queria, mais do que ninguém, começar o tratamento. Mas, no momento, essa não era uma opção. Se Giovana e Arthur descobrissem a gravidade de sua doença, ele sabia que seu fim chegaria ainda mais rápido.
Ele lançou um olhar firme para o médico:
— Minha condição precisa ser mantida em total sigilo. Ninguém, absolutamente ninguém, pode saber.
— Pode ficar tranquilo, Sr. Sílvio. Tenho minha ética profissional. Respeito a priv