Arthur congelou levemente a mão enquanto passava o remédio no ferimento de Sílvio.
Através da fumaça nebulosa do cigarro, Sílvio conseguiu perceber com clareza a ligeira mudança de expressão no rosto de Arthur.
— Arthur, o que você acha disso? — Sílvio perguntou de repente, tragando o cigarro e lançando um sorriso enigmático.
Aquele sorriso fez Arthur se sentir desconfortável, e seu coração acelerou de nervosismo:
— Sr. Sílvio, o senhor ouviu algum boato?
— Boato?
— Sr. Sílvio, o senhor e a Sra.