— Sr. Sílvio, a Sra. Lúcia recuperou a memória porque a gerente daquela cliente que a sequestrou da última vez injetou nela um medicamento para recuperação de memória. — Disse Leopoldo.
Os olhos de Sílvio brilharam com uma frieza gélida enquanto ele apertava o cigarro entre os dentes:
— Elimine-a.
Leopoldo hesitou por meio segundo antes de responder:
— Já foi feito. Ela aparentemente sabia que não tinha saída. Há cerca de meia hora, enforcou-se numa fábrica abandonada. Antes de morrer, chamo