Lúcia acordou ao meio-dia do dia seguinte. Abriu os olhos de repente e percebeu que tinha um soro preso na mão. Não fazia ideia de quanto tempo havia dormido, mas sentia o corpo dolorido e a boca seca como um deserto. Quando tentou sair da cama, a porta do quarto se abriu. Basílio entrou e, ao vê-la tentando retirar a agulha da mão, segurou sua mão com firmeza:
— Lúcia, você ainda está muito fraca. Não pode sair da cama.
— Eu... — Lúcia tentou falar, mas sua garganta estava tão seca e áspera q