Basílio segurava o celular, os olhos frios como gelo. Soltou uma risada sarcástica e, em seguida, desligou o telefone sem hesitar, voltando para fora da sala de cirurgia.
A luz da sala de operações permanecia acesa, e a porta, fechada. Ele não saiu de lá por um segundo sequer. Mesmo após seu pai lhe dar um ultimato pelo telefone, Basílio não se importou. Lúcia já o havia ajudado uma vez, e ele nunca encontrou a oportunidade certa para retribuir.
Ou talvez, até então, ele não tivesse como cuidar