— Leopoldo, saia da frente.
A voz gelada de Sílvio ecoou no ar. Leopoldo apertou os lábios e, ao virar-se, olhou para Sílvio sentado no chão.
— Se continuar assim, alguém vai acabar morto. — Alertou Leopoldo.
— Nem você vai me obedecer? — Retrucou Sílvio com um sorriso cínico.
Após um longo momento de hesitação, Leopoldo cedeu e se afastou. Ele se abaixou para ajudar Sílvio a levantar-se. Sílvio cuspiu um pouco de sangue no chão e limpou o canto da boca. Ao olhar para o dedo manchado de vermelho