Sílvio virou-se, com o rosto contorcido de raiva, e olhou para Lúcia:
— Lúcia, você só fala de morte, morte, morte! Não tem mais nada para dizer?
— Pensando bem, acho que você não merece nem cuidar do meu corpo. Da próxima vez, nem apareça na minha frente. — Lúcia segurou o corrimão da cama, sentindo o frio metálico que não chegava nem perto da frieza dentro de seu coração.
— Eu não mereço cuidar do seu corpo? E quem merece? O Basílio?
— Isso não é da sua conta, Sr. Sílvio. — Lúcia sabia como ir