— Você não é tão burra assim. — Zombou Sílvio com desdém.
Lúcia finalmente entendeu o que estava acontecendo. Seus braços, pendurados na árvore seca, já estavam completamente dormentes, sem qualquer sensação. Com um sorriso amargo, ela murmurou:
— Agora você acredita, não é? Sílvio nunca mudaria suas decisões por minha causa.
— E o que eu tenho a ver com esse problema da carga? Por que eu tenho que pagar por isso? Vocês me usaram como bode expiatório! Me fizeram de idiota! Esses dias fiquei corr