— Srta. Lúcia, você sabe algo sobre a minha história? — Basílio não era muito bom em consolar as pessoas, mas, para tentar confortar Lúcia, ele não hesitou em abrir suas próprias feridas e compartilhá-las com ela.
Lúcia balançou a cabeça, negando.
Basílio continuava dirigindo, com o olhar distante, como se estivesse mergulhado em lembranças antigas.
— Desde que nasci, nunca tive o carinho de um pai. Quando eu era pequeno, sempre perguntava para a minha mãe onde ele estava. Ela me dizia que ele