Lúcia pediu para ele soltá-la, mas ele não obedeceu.
Ela então franziu a testa e, com paciência, começou a abrir dedo por dedo os dedos pálidos que ele mantinha apertados em seu pulso.
— Estou falando com você, está ouvindo?
— Não fale mais nada, estou cansada. — Lúcia respondeu friamente e tentou sair do quarto.
A voz de Sílvio ecoou atrás dela:
— Eu durmo no sofá! Você não precisa sair!
Lúcia parou imediatamente.
— Lúcia, estou sendo indulgente com você por causa do bebê que você carrega. Sej