As lágrimas quentes escorriam descontroladamente pelo rosto de Ivone, deslizando até seus lábios ressecados. O gosto era salgado, amargo. Sua garganta estava seca, ardida, e cada respiração parecia um esforço doloroso. Era sufocante.
Ivone mordeu os lábios com força, tentando conter os soluços, mas não conseguiu. Ela começou a chorar baixinho, em um desespero abafado. Suas mãos golpeavam o colchão repetidamente, como se punisse a si mesma. Ela sentia que não valia nada, que era inútil, que não