Eu estava tomada por um turbilhão de emoções, incapaz de controlar a ansiedade que tomava conta do meu corpo. O medo do resultado era esmagador, mas, ao mesmo tempo, havia uma pequena centelha de esperança brilhando dentro de mim. Eu sabia que a reação do Dante era a única coisa que realmente importava, e essa incerteza me corroía por dentro.
No momento em que bateram na porta, meu coração acelerou. Levantei do colo dele, sentindo as pernas um pouco trêmulas, e fui abrir. Assim que vi a senhora Helena e a Sophia, ainda eufóricas, e ouvi da boca delas que eu estava grávida, um frio na barriga me atingiu em cheio. A sensação era contraditória—um misto de medo e felicidade. Eu queria acreditar que tudo ficaria bem, mas não conseguia evitar a apreensão. Meu olhar instintivamente buscou o de Dante, e no instante em que nossos olhos se encontraram, algo dentro de mim se acalmou. Era como se, naquele momento, eu soubesse que podia confiar nele. Ainda estava com o pé atrás, mas uma parte de m