Mundo de ficçãoIniciar sessãoNo momento em que ele se aproximou, senti uma onda de adrenalina percorrer meu corpo. Não era só medo pelo que poderia acontecer, mas um frio na espinha ao imaginar o sangue de mais alguém manchando minhas mãos. A raiva que ardia nos olhos dele me dizia que, se eu não interviesse, aquele cara poderia acabar no chão, sem nem saber o que o atingiu. Respirei fundo, empurrei minha hesitação para longe e fiz o que precisava ser feito. Toquei o rosto dele, obrigando-o a olhar para mim, puxando sua atenção da arma para os meus olhos. Ele não gostou. Claro que não. O maxilar travou, os músculos ficaram ainda mais rígidos, mas ele não me afastou. Eu sabia que, por mim, ele segurava o impulso de simplesmente atirar na cara do infeliz que teve o azar de olhar demais para o que era dele. Foi então que Sophia me puxou pela mão, e antes que eu pudesse pensar, já estava ent







