Mundo de ficçãoIniciar sessãoAssim que cruzamos a porta da mansão, seguimos pelas ruas do morro. O sol da tarde já estava mais ameno, tingindo tudo com tons dourados. O calor ainda era forte, mas havia uma leve brisa circulando, trazendo um pouco de alívio. O morro fervilhava de vida: crianças jogavam bola descalças no meio da rua, mulheres conversavam nas portas de casa, e alguns caras encostados nas motos observavam o movimento, atentos a tudo.
Sophia entrelaçou o braço no meu e seguimos lado a lado, conversando sobre coisas aleatórias. Ela me mostrava algumas casas e pequenos comércios que eu nunca tinha reparado direito, já que, na maior parte do tempo, eu ficava presa dentro da mansão. Cada detalhe parecia novo para mim.
Depois de alguns minutos de caminhada, finalmente chegamos à casa da minha tia. Meu coração bateu mais forte quando chamei por ela, e, em poucos segundos, a porta se abriu. Assim







