Eu ainda estava tremendo quando cheguei em casa.
Minhas pernas pareciam fracas, como se a qualquer momento fossem ceder. Meu peito subia e descia rápido demais, e eu mal conseguia respirar direito. Gabriel correu até mim assim que me viu entrando pela porta.
— Mamãe!
Ele abraçou minhas pernas com força, sem entender o que estava acontecendo. Eu me ajoelhei imediatamente e o puxei para meus braços, apertando ele contra meu peito como se precisasse ter certeza de que ainda estava ali.
Seguro.
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