A chuva caía devagar naquela tarde fria, cobrindo as ruas da cidade estrangeira com um cinza constante que já havia se tornado comum para Afonso. O vento atravessava as janelas antigas da universidade, trazendo o cheiro úmido das árvores molhadas e o barulho distante das carruagens passando pelas ruas de pedra.
O dormitório estava silencioso naquele momento.
Amir havia saído mais cedo para resolver algumas questões da faculdade de Direito, deixando Afonso sozinho com os próprios pensamentos —