Afonso saiu do quarto sem olhar para trás, a respiração pesada, o maxilar travado de raiva. A porta bateu com força, deixando Ofélia sozinha na sala.
— Insolente… — murmurou ela, andando de um lado para o outro. — Ele não sabe o que está fazendo…
O silêncio durou poucos segundos.
— Com licença, senhora…
Ofélia virou-se.
Era Tina, parada com a postura firme, mas respeitosa.
— Fale.
Tina deu um passo à frente.
— Eu… posso dar uma opinião?
Ofélia a analisou por um instante… e assentiu.
— Diga.
Tin