A noite caiu trazendo com ela algo diferente na fazenda.
Não era só mais um fim de dia.
Era noite de tradição.
Na senzala, as luzes da fogueira começaram a se acender, os tambores improvisados ganhavam ritmo, e as vozes se uniam em cantos antigos, carregados de história e resistência.
Jamila sentia aquilo no peito.
Era mais do que uma festa.
Era identidade.
Era memória.
E, por um instante, ela pensou em alguém que nunca tinha visto aquilo…
— Sol.
Jamila hesitou.
Nunca tinha feito aquilo antes